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29 de fev. de 2012

Diferença entre Papiro e Pergaminho

Nossa história pode ser lida a partir de diversas linguagens que envolvem desenhos, esculturas e a própria escrita. A principio a história foi registrada em cavernas, a partir dos desenhos em suas paredes, feitos na Era Pré-histórica, com o tempo foram inventados outros materiais para registro, mais práticos, que possibilitaram a mobilidade desses registros e melhor acomodação, como pedras esculpidas e blocos de argila (escrita cuneiforme) (veja mais em "história escrita da escrita"), até aos mais maleáveis como o papiro, o pergaminho, até o papel que conhecemos atualmente.

Mas poucas pessoas sabem que papiro e pergaminho não são a mesma coisa, alguns até chegam a confundir os dois, pensando que pergaminhos são papiros enrolados! Mas, na realidade, são materiais diferentes.

 PAPIRO

A palavra papel é originária do latim "papyrus". nome dado a um vegetal da família "Cepareas" (Cyperua papyrus). O papiro é uma planta aquática, cujo talo era cortado na parte interior onde se encontravam as fibras muito resistentes e flexíveis e que unidas em lâminas, serviam de superfície própria para escrever.
O papiro foi inventado pelos egípcios e os exemplares mais antigos datam de 3.000 a.C. Esta planta era encontrada às margens do rio Nilo, no Egito.

PERGAMINHO
Pergaminho (que assim se chama porque foi criado na cidade de Pérgamo, na Grécia),  era produzido a partir de peles tratadas de animais, geralmente de ovelha, cabra ou vaca e tinham um custo muito elevado.

Diante da escassez e do alto custo do papiro, os Pergamenos, em Pérgamo, passaram a substitui-lo pelo velino e pelo pergaminho

VELINO
Velino era a pele de animais (não nascidos, como os fetos, ou os muito jovens), e que recebiam um tratamento específico de raspagem, banhos de soda e secagem em bastidores, o que lhes conferiam propriedade alcalina de boa durabilidade, características para torná-los flexíveis e apropriados para a escrita.

Esses importante suportes da escrita também foram largamente utilizados na antiguidade ocidental, em especial na Idade Média, até a descoberta e consequente difusão do papel, uma invenção dos chineses.
Graças a estes materiais, boa parte da história dos povos pôde ser conservada, estudada, pesquisada, resgatada e difundida no mundo inteiro.



+ Wikipedia: Papiro: http://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro
Sua Pesquisa: Papiro: http://www.suapesquisa.com/pesquisa/papiro.htm
Wikipedia: Pergaminho: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pergaminho
Wikipedia: A História do Livro: http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro
Catarina Meireles: A invenção do papel: http://catarinameireles.no.sapo.pt/Papiro_e_Pergaminho.htm


Pedra da Rosetta



O que é a Pedra da Rosetta?
A Pedra de Rosetta é um decreto aprovado por um conselho de sacerdotes, que afirmam o culto real de 13 anos de idade de Ptolomeu V no primeiro aniversário de sua coroação. A Pedra de Rosetta é um fragmento de uma estela de granodiorito (semelhante ao granito) do Antigo Egito.

Qual a importância da Pedra da Rosetta?
Foi muito importante para a compreensão dos hieróglifos egípcios. Sua inscrição registra um decreto de 196 a.C, na cidade de Mênfis.

Como ela foi importante?
Antes da Pedra da Rosetta (ou "Pedra de Rosetta") os hieróglifos ficaram ocultos já que a sua compreensão tinha se perdido ao longo das gerações, ela possibilitou a compreensão dessa antiga escrita pois nela há três faixas de escrita, em hieróglifos, em demótico e em grego antigo. Quando os estudiosos perceberam que as faixas eram traduções do mesmo texto, começaram a entender os hieróglifos ao compara-los com o grego.

O que são Hieroglifos?
Hieróglifo ou hieroglifo é cada um dos sinais da escrita de antigas civilizações (como os egípcios, os hititas, e os maias). Também se aplica, depreciativamente, a qualquer escrita de difícil interpretação, ou que seja enigmática.

Hieróglifos Egípcios
"Hieróglifo" é um termo originário de duas palavras gregas: ἱερός (hierós) "sagrado", e γλύφειν (glýphein) "escrita". A escrita hieroglífica constitui provavelmente o mais antigo sistema organizado de escrita no mundo, e era vocacionada principalmente para inscrições formais nas paredes de templos e túmulos. Com o tempo evoluiu para formas mais simplificadas, como o hierático, uma variante mais cursiva que se podia pintar em papiros ou placas de barro, e ainda mais tarde, com a influência grega crescente no Oriente Próximo, a escrita evoluiu para o demótico, fase em que os hieróglifos iniciais ficaram bastante estilizados, havendo mesmo a inclusão de alguns sinais gregos na escrita.
Com a invasão de vários povos estrangeiros ao longo da história do egito, a língua e a escrita locais foram se alterando, incorporando novos elementos, até que finalmente desapareceram, dando lugar a outras variedades.

O que é a escrita demótica?
A escrita demótica, ou sekh shat (escrita para documentos) para os egípcios, foi a precessora da escrita hierática que já apresentava uma grande diferença em relação aos hieróglifos egípcios. Aos poucos, os desenhos minuciosos e realistas dos hieróglifos deram lugar a representações abstratas, em uma escrita cursiva, mais veloz, e realizada em um único sentido (da direita para a esquerda). A demótica, ainda mais abstrata e rápida, se constituiu como uma reformulação da escrita hierática.
Acredita-se que era uma escrita mais popular, utilizada para comércio outras assuntos mais cotidianos, enquanto os hieróglifos eram reservados para textos sacros e oficiais e eram utilizados por sacerdotes e pessoas de nível mais elevado.
A escrita demótica representava uma evolução da língua falada e era mais simplificada em comparação com a hieroglífica.

Como a Pedra de Rosetta foi descoberta?
Foi descoberta durante durante uma expedição francesa liderada por Napoleão Bonaparte. A pedra de 114 x 72 cm apareceu a leste de Alexandria, perto da cidade de El-Rashid, chamaa de Rosetta pelos ocidentais. A pedra estaria caída no chão, como uma lápide semi-enterrada ou, em outra versão menos aceita, estaria entre os incrustrada num muro que os militares demoliram. A pedra chamou atenção pelas três escritas diferentes que tinha gravadas.
Por vários motivos, o exercito francês se rende e a inglaterra sai vitoriosa, assim os ingleses se apoderam de várias reliquias, entre elas a Pedra da Rosetta, que é exibida no Museu Britânico desde 1802, sendo hoje o artefato mais visitado do museu.


Como se deu a tradução?
Com a Pedra e seus escritos originais na inglaterra, restou aos franceses as cópias que eles haviam feito anteriormente. Omaterial de cópias ficou para Jean-François Champollion, enquanto a pedra original com o inglês Thomas Young.
Através do grgo gravado na Pedra de Rosetta foi possivel reconhecer o que estava gravado nos hieroglifos, os dois estudiosos chegaram as mesmas conclusões sobre os escritos, com um detalhe que fez toda a diferença, Yong não conseguiu superrar a idéia de sua época, em que os hieroglifos eram só desenho e não tinham sonoridade. Já para Champollion, que conhecia várias línguas, foi possivel notar a semelhança entre a sonoridadelíngua copta (idimoa dos primeiros cristãos do Egito que ainda era falado em algumas igrehas de Paris) se relacionava com a antiga língua. Se pudesse coincidir os sons do copta com os hieroglifos, poderia "fazer falar" aos farós. Assim matou a charada.





Jean-François Champollion

Nascido na França, com dezesseis anos dominava uma dúzia de línguas, e com vinte anos isso incluía o latim, grego, hebreu, amárico, sânscrito, avestan, pahlavi, árabe, siríaco, caldeu, persa e chinês, sem contar o francês.

Seu interesse pelas línguas orientais, especialmente o copta, levou-o a se dedicar à tarefa de decifrar os escritos egipicios da então recém-descoberta Pedra de Rosetta, e ele passou os anos 1822–1824 envolvido nesta tarefa; concluiu que o cóptico, a língua falada pelos cristãos egípcios na altura, correspondia ao último estágio da antiga língua egípcia (algo como a "evolução mais recente" dela). Com o seu estudo, identificou vários dos caracteres demóticos na Pedra de Roseta, juntamente com os seus equivalentes cóptico. A comparação da escrita da Pedra de Rosetta com a escrita grega possibilitou a decifração dos hieróglifos (até então pouco conhecidos), a comparação com cópico possibilitou sonorizar o idioma egipicio,


Veja aqui o método de decifração de Champollion:

http://hieroglifos.com.sapo.pt/champollion.htm



Fontes (saiba mais):
+ Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion
+ Champollion: http://hieroglifos.com.sapo.pt/champollion.htm
+ revista "Aventuras na História: para viajar no tempo", nº79 de Fev/2010, pag. 32-33.

+ Antigo Egito: http://antigoegito.org/?p=2738
+ Sua Pesquisa: http://www.suapesquisa.com/egito/escrita_demotica.htm
+ Star News 2001: http://www.starnews2001.com.br/egypt/champollion.html

+ Cosmos - Enciclopédia Galáctica -Parte 3 de 6-(Dublado em Portugues): http://www.youtube.com/watch?v=Vjg84T0w8YQ
+ BBC - Egito Ep. 05: O Mistério da Pedra de Roseta [Parte 2/4]: http://www.youtube.com/watch?v=llVain5WXSc&feature=related
+ História da Escrita - do papiro ao computador - parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=r7yeiRtc1fA&feature=related
+ Londres para Principiantes: http://www.londresparaprincipiantes.com/?tag=pedra-de-rosetta
+ Antigo Egito: http://antigoegito.org/?p=2738
+ Caesar's Place: http://ceolino.blogspot.com/2007/07/19-de-julho-1799-descoberta-da-pedra.html



Thot



Toth, Tot, Tôt, Thoth ou Zonga é o nome em grego de Djehuty (ou Zehuti), pertencente ao panteão egípcio, é o deus da sabedoria, é secretário e arquivista dos deuses.


Sendo uma divindade lunar, tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medição do tempo, entre outros atributos. A ele era atribuita a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelecuais, foi o inventor da escrita hieroglífica e era o escriba dos deuses. Toth presenteou aos homens o sitema da língua escrita.


A escrita era considerada uma arte impregnada de magia e encantamento que atribuia poderes supremos aos seu aprendiz. Os escribas eram os detentores desse conhecimento, e dominando a escrita eles eram poderosos dentro do sistema egipicios, eram também os responsáveis por ensiná-lo aos jovens, assim, o Antigo Egito foi uma das primeira civilizações a adotar a escrita como disciplina escolar.


Era frequentemente representado como um escriba com cabeça de íbis (a ave que lhe estava consagrada). Também era representado por um babuíno.


O bico curvo de Toth era dito com um símbolo da lua, sua face era de um passaro chamado Íbis, que era seu animal sagrado.
De acordo com o livro dos mortos Toth era dito como o advogado da humanidade, ele pesava o coração dos mortos, enquanto Anubis pesava a alma, em um dos pratos ficava a pena que simbolizava a verdade e no outro prato ficava a Ab que seria o coração do morto, Toth tinha que examinar a dignidade do morto.


"Mestre das palavras divinas". Preside a medida do tempo, o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. 


Fontes (saiba mais):
História da Escrita - do papiro ao computador - parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=r7yeiRtc1fA&feature=related
JFaudio: http://www.jfaudio.net/toth_pt.htm
Um por tudo: http://umportudo.blogspot.com/2011/10/as-origens-da-religiao-egipcia.html
O Fascínio do Antigo Egito: http://www.fascinioegito.sh06.com/babuino.htm
All of the Mitology: http://allofthemitology.blogspot.com/2008/05/toth-deus-da-sabedoria.html


(Consultados em 29/Fev/2012, 20h)

Epigrafia

Epigrafia
1. Parte da paleografia que estuda as inscrições, ciência que tem por objeto o estudo das inscrições antigas 2. escrita antiga em material resistente (pedra, metal, argila, cera, etc.), incluindo sua decifração, datação e interpretação.
(fonte: O Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa corresponde à 3ª. edição, 1ª. impressão da Editora Positivo.)


Epigrafia é uma ciência auxiliar da história, na qual se estudam as inscrições antigas, ou "epígrafes", gravadas em matérias sólidas (tais como a madeira, rocha, ossos, metal), visando obter a decifração, interpretação e classificação das inscrições.
Embora também estude os estilos epigráficos usados nas moedas e similares, na realidade o estudo especializado das inscrições ou lendas que aparecem sobre estas são matéria da numismática.
(fonte Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Epigrafia, em 29/fev/2012)


30 de abr. de 2011

HISTÓRIA ESCRITA DA ESCRITA

Pré-história
Uma das primeiras formas que o homem encontrou de registrar suas impressões sobre o mundo foi a pintura, conhecida como arte rupestre, as pinturas pré-históricas encontradas em cavernas nos contam sobre cenas do cotidiano antigo, sonhos e a forma como simbolizavam a vida, a morte, o céu e a Terra.


"Aceitando-se estas expressões como gráfico-icônicas, de cunho comunicativo, não se pode deixar de notar, que as mesmas não estão ordenadas, organizadas ou mesmo pensadas, como uma linguagem estruturada, e até uma pré-linguagem. Estas expressões não estão inscritas no mesmo universo das línguas, mas são compostas por arranjos completamente diferentes daqueles que encontra-se nas diversas formas lingüísticas em qualquer tempo. (...)"



ERA ANTIGA OU ANTIGUIDADE: Sistemas de Escrita


Os sistemas de escrita evoluíram de forma autônoma e não sofreram influências mútuas, ao menos em seus primórdios. Possivelmente, as escritas mais antigas são a escrita cuneiforme e os hieróglifos. Ambos sistemas de escrita foram criados há cerca de 5500 anos, entre sumérios e egípcios. Os hieróglifos originaram-se no Antigo Egito e a escrita cuneiforme na Mesopotâmia, (atual Iraque).

Cunha de Metal
Os sumérios, por volta 4.000 a.C, desenvolveram a escrita cuneiforme. Cuneiforme é designação geral dada a certos tipos de escrita feitas com auxílio de objetos em formato pontiagudo chamados de cunha, utilizados para "empurrar a escrita" em placas de barro, a escrita então era cunhada em placas de barro.

Muito do que sabemos hoje sobre este período da história, devemos as placas de argila com registros cotidianos, administrativos, econômicos e políticos da época.



Os egípcios antigos também desenvolveram a escrita quase na mesma época que os sumérios. Existiam duas formas de escrita no Antigo Egito: a demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida dos faraós, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamada papiro, que era produzida a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para escrever. 





Já em Roma Antiga, no alfabeto romano havia somente letras maiúsculas. Contudo, na época em que estas começaram a ser escritas nos pergaminhos, com auxílio de hastes de bambu ou penas de patos e outras aves, ocorreu uma modificação em sua forma original e, posteriormente, criou-se um novo estilo de escrita denominado uncial. O novo estilo resistiu até o século VIII e foi utilizado na escritura de Bíblias lindamente escritas.

Na Alta Idade Média, no século VIII, Alcuíno, um monge inglês, elaborou outro estilo de alfabeto atendendo ao pedido do imperador Carlos Magno. Contudo, este novo estilo também possuía letras maiúsculas e minúsculas.

Com o passar do tempo, esta forma de escrita também passou por modificações, tornando-se complexa para leitura. Contudo, no século XV, alguns eruditos italianos, incomodados com este estilo complexo, criaram um novo estilo de escrita.

No ano de 1522, um outro italiano, chamado Lodovico Arrighi, foi o responsável pela publicação do primeiro caderno de caligrafia. Foi ele quem deu origem ao estilo que hoje denominamos itálico. 

Com o passar do tempo outros cadernos também foram impressos, tendo seus tipos gravados em chapas de cobre (calcografia). Foi deste processo que se originou a designação de escrita calcográfica.

Em geral, ao longo da história e, principalmente nos seus primórdios, a escrita e a sua interpretação ficavam restritas as camadas sociais dominantes: aos sacerdotes e à nobreza, embora a escrita fenícia, tivesse fins essencialmente comerciais. A alfabetização somente se difundiu lentamente entre camadas mais significativas das populações após a Idade Média.

Fontes:

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita
Sua Pesquisa: http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/historiadaescrita.htm

ÁRVORE INDO-EUROPEU

Esta é a "Árvore Genealógica" de uma família muito antiga, que tem raízes em tempos distantes, mas que continua muito viva até os dias de hoje, ela ilustra as raízes de nossa língua portuguesa e de outras línguas provindas do Indo-europeu.

É a árvore de uma família linguística, uma família de linguas identificada filogenéticamente (fologenia é o termo comumente utilizado para hipóteses de relações evolutivas), onde todos os membros compartilham um ancestral em comum, o idioma Indo-Europeu.

O Indo-Europeu é um ancestral hipotético, uma vez que não há registros dessa língua pois o povo primitivo não conheciam a escrita, mas os pesquisadores chegaram até ela atravéz de estudos sobre a possível evolução histórica das línguas, de forma regressiva, partindo das línguas atuais para seu ancestral comúm. A hipotese da existência dessa língua ancetral é a mais aceita pelos línguístas (os caras que estudam a parada). O ancestral comum de uma família línguistica é conhecido como proto-língua. Por exemplo, a proto-língua reconstruível da bem conhecida família indo-europeia é chamada proto-indo-europeu.

As línguas que não são classificadas fielmente em nenhuma família são conhecidas como línguas isoladas, aparecem em um ramo separado, como o grego dentro da familia indo-européia; O grego pode ser considerado uma língua indo-européia isolada.


Essa língua mãe, recebeu o nome de Indo-europeu pois deu origem a idiomas falados inicialmente num vasto território que compreendia a Europa e a Ásia (incluindo o plateau iraniano e o subcontinente indiano).




"O período final da comunidade indo-européia primitiva é situado na idade do cobre (6500 a.C. a 4000 a.C.). As grandes correntes migratórias rumo à Europa central e ocidental, ao subcontinente indiano e à Anatólia oriental teriam ocorrido entre 4000 e 2000 a.C.. Provavelmente no final desse período se formaram os grandes ramos de dialetos indo-europeus atestados.

Entre falares já extintos e os que sobrevivem até os dias de hoje estima-se um total de cerca de 450 línguas de origem indo-européia.

Na atualidade as línguas indo-européias são faladas em todos os continentes do globo, por aproximadamente 3 bilhões de pessoas.  Isso equivale a dizer que 1 em cada dois habitantes da Terra fala uma língua indo-européia. "


Consulta:
Wikipédia: Família Línguistica (http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_lingu%C3%ADstica)
Blog Epifania: Línguistica e Filologia (http://epifania-thefezes.blogspot.com/2010/03/linguistica-e-filologia.html)
CICC: Árvore Geneálogica das Línguas Indo-Européias (http://www.centrodeciencias.org.br/ConteudoEscolha.aspx?cod=92&item=61)

Semântica

Parte 1/3

Parte 2/3
 

Parte 3/3



Mais vídeos e informações:
http://canaldoconcursoo.blogspot.com/

9 de fev. de 2010

CURSO DE LATIM

Pra quem sofre ou sofrerá tendo que aprender Latim, ou só pra quem tem gosto em se torturar:

http://www.orbispictus.com.br/?Latim:Curso_de_Latim_3.2